
Forum do Jornal GID, que já é um dos melhores de toda San Andreas! |
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| | Autor | Mensagem |
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Administrador do Maul Admin

Mensagens: 6 Data de inscrição: 30/08/2008
 | Assunto: The Cubans - FULL Sab Ago 30, 2008 3:18 pm | |
| A história da mafia cubana começa quando Victor Gonzales, um dos mais perigosos criminosos cubanos, é transferido para um presídio de segurança máxima, que ficava próximo a Miami. Apesar do presídio situar-se em Miami, ficava longe de seus cartões postais, os quais eram suas belas praias. O presídio entrou em rebelião, os guardas não conseguiram controlar, e como o presídio ficava longe da cidade, os policias demorarm a chegar... Demoraram tempo o suficiente para Victor escapar. Ele toma um carro e segue para Miami, onde a saga para o domínio do submundo da cidade tem início. - Apresento-lhes o cartaz: http://www.orkut.com.br/AlbumZoom.aspx?uid=13369905371949372145&pid=1217355782190&aid=1- The Cubans, Miami will never be the same... Acordava quando via o ônibus da polícia chegando ao presídio... As fortes luzes dos refletores nas torres de vigilância foram as responsáveis por isso... Quando o ônibus parou, as portas do mesmo se abriram e uma multidão de guardas nos aguardavam. Descemos do ônibus, já algemados, e fomos violentamente encaminhados para nossas celas. Já era noite, e a noite estava fria... Fria como nunca senti antes... Nesse momento percebi que não estava mais em Cuba, mas claro, eu já sabia disso. Após todos estarem em suas devidas celas, as luzes foram apagadas, e todos tentaram dormir no tempo que nos restava... A pergunta que deve surgir em suas mentes é: Por que eu fui preso? Pois bem, meu nome é Victor Gonzales. Eu venho de cuba, e meu ofício, se posso chamar, era a venda de drogas. Eu era o maior traficante de Havana, tinha bocas espalhadas por toda a cidade, e controlava tudo de minha mansão, onde tinha uma excelenet vida, devido ao dinheiro que recebia das transações de entorpecentes. Eu pagava suborno aos policias da cidade para que não me prendessem, ou seja, eu era O traficante da cidade. Porém, achei que era hora de buscar novos horizontes, onde a venda de drogas desse mais lucros... Os EUA! Em uma bela manhã de sábado, tomei uma lancha para Vice City. Um belo paraíso tropical. O submundo da cidade, na época, estava sendo disputado por duas máfias: os Vercettis, italianos e americanos, e os Leones, itlainaos e ingleses. De qualquer forma, me reuni com os cubanos, e tornei-me fornecedor dos tais. Eles achavam que a venda de drogas seria uma boa forma de se tornarem grandes na cidade. Porém, dois fatores fizeram isso decair: 1-Eu não mantia a polícia de lá sob suborno; 2-Havia um dedo-duro no meo dos negócios. O dedo-duro chamava-se Rico. Ele era um grande amigo de Humberto, lider da gangue dos cubanos... Rico disse aos policiais que tinha um grande negócio de drogas ocorrendo, o que era o motivo dos cubanso estarem se tornando populares, e disse que desejava dinheiro, muito dinheiro, para dedurar o fornecedor, ou seja, dar fim aos negócios dos cubanos. Os policias aceitaram a proposta, pagaram a Rico e ele me entregou... Sendo assim, tentei fugir de Vice City, e retornar a Havana. Naquele momento, entendi que nos EUA os negócios do tipo não são tão fáceis como em Cuba... Eu estava escapando tranqüilamente, parecia que daria certo... Porém, Rico contou as policias que eu sairia de lá, caso algo ocorresse errado, pelo mar, e voltaria a Havana. Sabendo disso, armaram um bloqueio marítimo, com lanchas policias, em torno da cidade, e enviaram uma equipe a Havana, caso eu conseguisse burlar o bloqueio. Fui pego ainda em Vice City, e imediatamente, fui preso na prisão local... Porém, acharam que seria perigoso manter-me em uma prisão de delegacia, frágil, pois achavam que eu nãoe stava só, e que alguém iria vir me libertar... Junto com outros de mais presos, fui transferido para um presídio próximo a Miami, porém, escapar de lá era algo quase impossivel... Eis a manhã! Nós, presos, somos acordados com o ruído agudo de cornetas, as quais irritavam meus ouvidos... Não só os meus, os de meus vizinhos de cela também. Pela primeira vez em minha vida, eu vi o sol nascer quadrado... Saimso de nossas celas e fomos encaminhados até os chuveiros. Ninguém se conhecia, portanto, essa parte foi normal. Não sabia nada sobre ninguém, e mexer com algum deles poderia até mesmo tirar minha vida! Ou me fazer passar vergonha pelos últimos 5 anos que passaria lá... Após o banho, iriamos fazer a limpeza da parte externa da prisão. Era incrível como havia merda expalhada por lá: eles defecavam sobre papéis e jogavam para fora de suas grades, como suas celas não tinham banheiro. Uma hora após isso, a "limpeza" já estava completa. Era hora do almoço! Poderiamos nos conhecer, sem falar que estavamos famintos. A comida de lá era horrível, porém, deveriamos comer aquilo, caso contrário, morreriamos de fome. Ainda no refeitório, surge ao meu lado um outro preso, que vinha me perguntando: -Hey, você. Você não é aquele traficanet cubano de Vice City, é? Respondi: -Sim, ou melhor, era. As drogas me ferraram, e quando sair daqui, vou procurar um emprego. Ele me disse: -Hm... Você estava a um passo de foder os negócios de drogas do Vercetti. Isso desbancaria a grana deles, ou seja, eles ficariam sem armas para a guerra contra os nossos. Lhe perguntei: -E quem são "Os nossos"? Me respondeu: -Os Leones! A mafia mais poderosa dos EUA! Eu era um membro, um dos lideres de Vice City. Porém, me pegaram, e agora estou aqui... Perguntei: -Mas responda-me: qual o seu nome? -Frank! Continuamos a conversa por alguns minutos, antes de nossa refeição terminar. Na parte externa do presídio, já durante a tarde, eu e Frank conversávamos sobre a mafia, quando Frank me fala: -Aquele imbecil do Leone. Mas eu não devo mais nada a ele mesmo, ele não viria me buscar. Sem falar que nem sou um dos favoritos dele... Então, lhe peço: -Como assim? Quer sair daqui, quer que os Leones venham te buscar? E ele me responde: -Melhor que cumprir minha pena de 10 anos! |
|  | | Administrador do Maul Admin

Mensagens: 6 Data de inscrição: 30/08/2008
 | Assunto: Re: The Cubans - FULL Sab Ago 30, 2008 3:19 pm | |
| Ja era hora de dormir naquela birosca, quando ouço meu nome soar: -Victor, hey, Victor! Levanto-me de meus aposentos e ponho minha cabeça para fora da cela, e pergunto: -Que? Quem quer falar comigo? O cara da cela ao lado responde-me: -Hey, é você, Victor Gonzales? O traficante cubano? Respondo: -Sim, sou eu. O que queres? -Frank me falou de você. Sou Many Benson, e também estava envolvido com a mafia. Ele me falou de você, e sobre Havana... -Ta bom, ta bom... O que você quer? -Podemos ser amigos, e quem sabe, com a influência que eu e Frank temos na mafia, poderiamos sair daqui e abrir novos horizontes! -Ok, nos falamos amanhã novamente. Boa noite! -Ok, boa noite. Quando Many me disse aquilo, comecei a imaginar os detalhes de nosso "êxodo"... Novamente, o sol nasce quadrado em minha face e na de meus companheiros. Tomamos a mesma rotina: uma pequena refeição, a limpeza do presídio, o almoço e nosso "tempo livre" durante a tarde. Esperava aproveitar bem aquele tempo com meus novos amigos, e descobrir algo a mais sobre a tal mafia Leone, que realmente parecia ser poderosa. Frank disse ter uma ligação para ele na noite passada, e que falou com Leone (o chefe). Ele contou como estava a vida no presídio, e perguntou se a guerra contra os Vercettis havia terminado. A resposta foi: "- Eu espatifei a cabeça do infeliz, e guardei o corpo na minha sala de troféus, em Liberty City - ". Eu perguntei a ele se ele falou algo dos Cubanos, e sua resposta foi: "- Sim, ele falou dos Cubanos. Disse que mataram Humberto, o lider deles, e em menos de meia hora conquistaram Little Havana." Fiquei impressionado. Como ainda hoje em dia há mafias poderosas! Parece que a policia de Vice City não era tão forte, mas mesmo assim conseguiu me prender! Porém, Frank interrompe meu momento de pensamento dizendo algo realmente importante: - Leone disse-me que traria uma informação realmente sigilosa e importante no futuro.. Perguntei, então: - Ele não falou nada além disso, sobre a tal informação? Ele me disse: - Não. Eu estou realmente curioso. Naquele momento surge Many, mas eu não entendi por que diabos ele viria a se intrometer. Mas ele perguntou a Frank: - O chefão disse algo sobre... Sobre... Você sabe? - Ai sim, fiquei realmente confuso. Mas, minha curiosidade despertou com a resposta de Frank: - Disse pouca coisa, apenas que a informação necessitaria de sigilo, e que não poderia cair em mãoes erradas. - Many olhou para o céu, e tornou a baixar a cabeça. Disse um "Ok" para Frank, e para mim disse: - Te vejo na cela, amigo. - Ele saiu, e eu perguntei para Frank: - Que diabos é essa tal informação? - ... Ele me respondeu, dizendo: - Tenho a sensação de que você descobrirá brevemente, e que será muito util para sua vida futura... -. Fiquei muito interessado, mas, era hora de retornar a cela, pois o sol estava se pondo, e o humor dos guardas não os permitiria deixar-nos mais um momento. Uma pena minha cela ser distante da do Frank, e próxima da do Many... Chegamos a nossas celas, naquele corredor enorme com uns quatro andares totalmente metalizados... Many já estava lá, e me disse: - Hey, deixei um presentinho para você. Está escondido em seu vaso sanitário. - Pensei em ir buscá-lo, mas Many me interrompeu, dizendo: - Não vai ver agora. Vamos conversar, sobre o que Frank te contou. Pedi: - Sim, e você sabe mais sobre a tal informação do Leone? Many disse: - Sei, mas não falarei para você até horas antes do fim de nosso periodo livre amanhã. O meu presentinho será bastante útil... Repondi: - Ok, seu espertalhão. Irei ver o que deixastes... Após a conversa com Many, segui para o meu banheiro e levantei a tampa da privada. Procurei por aquela nojeira até encontrar o embrulho, desembrulhei e... Não irei citar o que era agora, pois descobrirá o que é em breve... Escondi o embrulho novamente na privada (é o único lugar em que os guardas não revistam) e retornei a minha cela, e disse para Many: - Obrigado pelo presentinho. Mas me disse que seria útil. Para que? -, perguntei. Ele respondeu: - Nós não somos os únicos aqui. O assuntos erá discutido amanhã! - Após isso, apenas ouvi roncos. Logo depois, entreguei-me aos braços de Morpheu. Era manhã novamente, e dessa vez o sol não nasceu quadrado! Era um dia nublado, e algo me dizia que aquelas nuvens cinzas eram um breve aviso para o que viria a acontecer nesse dia. Realizamos nosso ritual de sempre, e na hora do almoço, tentei sentar próximo a Many, para conversarmos sobre o que aconteceria. Frank chegou logo em seguida. V - Olá, Many. Olá Frank. Gostaria de saber mais sobre "o que acontecerá"! F - Ok, descobrirá logo em breve. Não posso dizer pois há muita gente aqui. O fato é que, hoje deveremos fazer os preparativos! V - Preparativos? Como assim "preparativos"? M - Deveremos preparar a prisão para a vinda deles! V - Deles quem? F - Não podemos continuar falando disso aqui! Há muita gente, e se ouvirem a respeito irão suspeitar! Após o almoço, fizemos mais algumas "coisinhas" e fomos para nosso banho de sol: nosso tempo livre. Olhando a imensidão do deserto, surgem Frank e Many. V - Bem, queio que já fizeram muito mistério a respeito de o que acontecerá! F - Ok, falaremos agora! Viu o presente que Many te deixou? Então, será usado para "coisas" amanhã a noite. M - Bem, te falarei que diabos acontecerá! ... M - Sairemos dessa imundice amanhã mesmo, e fugiremos para Miami! V - Como? F - Se lembra que te falamos da mafia, não? Pois bem, o presídio será invadido pelos Leones amanhã! Naquele momento, eu senti que poderia voltar aos negócios, e entendi muito bem o presente de Many. V - Ótimo, ótimo! F - Assim, deveremos cuidar dos preparativos para que possam explodir esse lugar! V - Que preparativos? M - Os portões, os alarmes que avisariam os porcos de fora, os guardas que ficam monitorando e etc... V - Como pretendem fazer isso? F - Simples, nos dividiremos em determinados assuntos e pronto! Estará tudo pronto! M - Bem, vamos trabalhar! Saimos de lá e seguimos para nossas celas, pois tudo já havia acabado. Junto com o presente de Many, havia uma chave, que poderia nos tirar de nossas celas. Quando todos estavam dormindo, era hora de agir! Many disse: - Pegue agora a chave! Frank já está a caminho, e é hora da ação! - Saimos de lá e em segundos Frank chegou. Então Frank disse: - Many você cuida dos portões! Victor, você cuida dos alarmes. Eu cuidarei dos guardas! - Respondi: - Ok, mas como vou desativar os alarmes? - Frank me respondeu: - Desça as escadas e vá para o coredor e siga até a sala dos guardas! Use o instrumento que Many te deu para desativá-lo! Ok, segui, desci as escadas e fui ao coredor. e segui até a sala dos guardas. Olhei pelo buraco da fechadura, todos estavam em sono profundo. Entrei e procurei os alarmes, abri o equipamento e saquei meu instrumento. Pronto para desativar o alarme, um guarda entra na sala... - ________ |Legenda:| |V = Victor| |F = Frank| |M = Many| Anteriormente, em The Cubans... Frank, Many e Victor estavam prestes a preparam o presídio para o seu êxodo, e dividiram-se em 3 etapas. Cad aum faria uma, e sobrou para nossos anti-herói, Victor, deveria desativar os alarmes. Todos da sala dos alarmes estavam em sono profundo, Victor estava prestes a desativá-los, mas, um guarda entra na sala... O guarda, imediatamente, pegou seu comunicador para informar os outros guardas de que eu estava lá. Mas, na hora em que ele iria pressionar o botão para abrir o canal de comunicação, atirei o objeto nele, e por pura sorte, acertei o seu pescoço, matando-o instantaneamente. Ah, sim, o que era o obejto... Uma faca! Tudo já estava planejado por Many e Frank quando me entregaram-na. Bem, não poderia deixar aquilo sangrando alí, então, estanquei o sangramento no pescoço, para evitar que o sangue se expalhasse, aranquei um pedaço da roupa dele e pus em minhas mãos, para não deixar digitais. Levei-o silenciosamente até onde estava prestes a terminar o serviço. Entrei na máquina dos radares e cortei os fios que eram responsáveis pela comunicação exterior, coloquei o corpo dele dentro da máquina, deixei tudo sem vestígio algum, como se nada tivesse acontecido. Retornei a minha cela, me escondendo dos focos das lanternas, e me abaixando sempre que uma vinha em minha direção. Bem, agora só restavam Frank e Many terminarem suas partes, que escapariamos em uma breve "revolta". Many retornou alguns minutos depois. Ele disse para mim: M - Excelente! Nenhum porco me viu sabotando os portões. Ninguém aqui conseguiria consertar aquilo, e um técnico não chegaria a tempo, antes de nossa fuga! V - Ótimo! Sabe sobre Frank? M - Não, mas não ouvi nenhum alarme! V - Falando em alarme, quase fui pego! Nossa conversa se estendeu por alguns minutos, até vermos Frank chegar... ... |
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Mensagens: 6 Data de inscrição: 30/08/2008
 | Assunto: Re: The Cubans - FULL Sab Ago 30, 2008 3:19 pm | |
| Frank chegou e disse: F - Ótimo! Eu sabotei as armas deles. Como se sairam? V - Creio que fomos bem. Não fomos descobertos e o presídio está sabotado! F - Ótimo, retornarei a minha cela anets que notem por falta. Até amanhã! Frank saiu de lá, restamos eu e Many, como de costume... M - Amanhã é o grande dia! Boa noite, e durma bem! V - Boa noite! Dormi alguns minutos depois, e as cornetas tornaram a tocar. Era um dia bastante ensolarado! Esperava que esse sol fosse um sinal de onde estava prestes a ir: Miami! Uma bela cidade litorânea, onde as vendas de drogas, minha especialidade, dão muito lucro. Um lugar perfeito para um cubano! Many acordou logo em seguida, saimos das celas e fomos conversando para a sala dos chuveiros. Tomamos nossa rotina diária, e durante a hora do almoço, parecia que tudo iria por água a baixo! Frank, como já disse, sabotou as armas dos guardas. Durante o almoço, dois detentos começaram uma briga. Os guardas tentaram usar sua munição, mas as armas não funcionavam! Claro que suspeitaram que não era defeito, pois todas as armas que tinham não estavam funcionando. Pensei: agora melou! Eles mandaram técnicos analisarem, e pedi para Frank: - Você usou luvas? Tive como resposta: - Claro, Many me entregou um par de luvas antes da façanha. Não seria doido de fazer uma coisa dessas sem luvas! Many se intromete: - O novo arsenal deve chegar antes da noite, ou seja, eles vão notar os portões! E para chamá-los, precisariam da comunicação, também sabotada. Ou seja, fudeu tudo! Vão perceber que está tudo quebrado, e nós vamos nos fuder! Fiquei aterrorizado quando ouvi aquilo de Many. Iria, com tode certeza, descobrir o guarda que matei e deixei dentro da maquina dos alarmes. Com toda certeza, apenas aquele pedaço de pano não cobriu todas as minahs digitais, e chegariam em mim, com toda certeza. Eu iria para a cadeira elétrica, mas, Frank diz: F - Ainda há uma forma de escaparmos daqui intáctos! V - Como? F - Como Many disse, eles precisariam da comunicação para chamar os caras para trazerem seu novo arsenal bélico. A comunicação vai ficar disponível logo deposi do almoço. Os Leones vão chegar durante a madrugada, e deveriamso acordar mais cedo e refazer o processo dos portões e das armas. M - Tem razão, mas acha mesmo que eles seriam tolos o suficiente para não impedir que alguém faça isso novamente? V - Many tem toda a razão. Ou seja, deveremos fazer de tudo e mais um pouco para ser possível... F - Ok, vocês tem razão. Tenho um plano, me encontrem assim que começar nosso banho de sol, próximo ao pátio B, ao leste do presídio. M e V - Ok. Minha esperança se reacendeu após a conversa, mas seria difícil refazer o processo com guardas nos determinados locais. Uma coisa era certa: se os Leones viessem e o presídio não estivesse sabotado, Frank, Many e eu se foderiamos logo após nossa pena... Se saíssemos com vida do presídio. Fiquei com uma vonatde imensa de pegar a faca que recebi e, com ela, arrancar os intestinos dos caras que brigaram e fazê-los comerem os mesmos! Eu, Many e Frank não conversamos durante o almoço, apenas ficamos vigiando o ambiente. Uma nota é que, logo depois da briga, o sol se foi, e o tmepo se fechou, com uma cara de que ia chover... Um sinal de que tudo iria por água abaixo.. Terminamos nosso almoço, saimos de lá com semblante de que algo havia dado errado. Nos separamos para fazer algumas outras coisas no presídio, e na hora de nosso banho de sol, fui para o pátio B do presídio. Lá já estavam Frank e Many me aguardando. Frank disse que teria como conseguir armas de fogo para nós, que pudessemos assassinar os guardas que estivessem em vigia, para assim poder sabotar o presídio novamente. Todavia, deveriamos ser rápidos, rápidos em demasia, para que os guardas não disparassem os sistemas de alarmes, impedindo que fosse tudo para o boeiro. Ele sabia onde estavam as armas, pois ele havia as sabotado. Sabia pois já estava lá há três anos, e conhecia todo o presídio. Deveriamos entrar no portão C, que ficava próximo a torre ao sul do lado oeste do presídio (?), e depois seguir para o terceiro corredor à direita dos banheiros. Usariamos nossas chaves para poder pegar as armas, e deveriamso escondê-las muito, muitíssimo bem, pois se nos pegassem, seria cadeira elétrica na certa... Many disse: - Temos apenas meia-hora antes do banho de sol terminar. Vamos ficar perdendo tempo ou vamos agir? - Então, fomos para a torre sul do lado oeste do presídio, e ficamos conversando para distrair o guarda que ficava olhando lá de cima, quando ele se virou, não perdemos tempo e nos escondemos entre os portões. Many sacou sua chave e abriu o portão C, entramos em segundos e fechamos o portão, mas não trancamos. Seguimos nos escondendo entre os pilares, até acharmos os banheiros. Tomamos a direita, silenciosamente, mas um guarda chega no corredor... Anteriormente, em The Cubans... Frank tem a idéia de sabotar novamente o presídio, para não se ferrarem novamente com os Leones. Porém, como já haviam descoberto a antiga sabotagem, mas não sabiam quem havia sido. Óbviamente, haveriam guardas nos locais a serem sabotados. Para que isso fosse possível, necessitariam de armas, e regidos por Frank, iriam buscá-las. Mas no caminho, um guarda surge. No momento em que vimos o guarda, pulamos logo para dentro de uma sala. Por pura sorte, o guarda estava distraido e não nos viu, e a sala estava vazia. Nos escondemos logo na sala, pois ouvimso o guarda dizer: - Há alguém aí? -. Ouvimos passos em direção a sala, ele abriu a porta e viu que ninguém estava lá, logo disse: - Tive a impressão de que alguém estava aqui! -, e em seguida saiu de lá. Many foi ver se não havia ninguém, e em seguida saimos da sala vazia em busca das armas. Logo, paramos na frente de uma sala. Frank disse: - É essa! -. Ele sacou sua chave e abriu a porta silenciosamente, pois ouviamos passos. Entramos logo na sala, mas ficamos lá até o perímetro estar seguro. Many liga uma lanterna, e diz: - Peguem armas pequenas, tipo Glocks compacatas, de preferência com silencidadores para não chamarmos a atenção dos porcos. Pegamos as armas e escondemos em nossas cinturas, pois é o único lugar em que não notariam haver algo. Escondemos as armas muito bem e fomos andando silenciosamente, se escondendo entre os pilares e tendo muito siglio quando alguém aparecesse, se escondendo no local mais próximo. Ao fim, seria a parte mais difícil: não ser pego pelos guardas da torre, pois a porta que nos colocaria no pátio fazia muito barulho. Frank disse: F - Essa merda faz muito barulho! M - Você também faz barulho, vai atrair guardas! V - E agora? Sair pelas janelas? F - Não é minha idéia! |
|  | | Administrador do Maul Admin

Mensagens: 6 Data de inscrição: 30/08/2008
 | Assunto: Re: The Cubans - FULL Sab Ago 30, 2008 3:20 pm | |
| ... Seguimos pelo corredor, que não havia locais para se esconder. Mas, justo naquele corredor, um guarda surge! Ele iria apertar o maldito botão do alarme, mas tomei a iniciativa de atirar nele. Ouviu-se um barulho de tiro, e suspeitaram logo. Frank disse: Guarda logo essa porra! Many, esconde o corpo. Eu vou abrir a janela e escapar logo daqui! -. Many pegou o corpo e põs dentro de uma sala que estava próxima. Eu ouvia passos, e tremia de medo. Frank conseguiu abrir a janela, e eu e Mnay pulamos para fora imediatamente. Após pelarmos, Frank fehcou a janela, e ficamos bem escondidos abaixo da mesma, quando ouvimos guardas passando pelo ligar de onde havimaos deixado. Many disse: - Foi por um triz! Mas se você não tivesse matado aquele guarda, eu teria matado! -. Após isso, saimso de lá como se nada houvesse acontecido. Incrivelmente, faltava um minuto para o fim do banho de sol. Fomos para o pátio A, de onde iriamos voltar para nossas celas em breve. Voltamos junto com os outros presos, e em poucas horas após isso, deveriamos sair delas e fazer tudo muito rápido, pois a mafia viria, e não gostaria nem um pouco do estado do presídio quando chegassem, caso não o sabotassemos! Já era noite, quando Many disse: M - Agora, Victor! Já ouço roncos, e os Leones estão a caminho. Ainda temos tempo! Frank chega naquele momento, dizendo: F - Vamos, porra! Não temos tempo! - Ele abre as nossas celas, e saimos correndo, pois sabiamos o que deveriamos fazer. Sai correndo em direção a orra da sala dos alarmes e da comunicação, claro, com o silenciador já em minha Glock. Ao chegar na frente da sala, um guarda surge em minhas costas, apontando a arma para mim e dizendo "Parado, você está fudido!"... Anteriormente, em The Cubans... Após seus planos irem por água abaixo, nossos anti-heróis deveriam fazer as coisas do modo mais difícil, caso quisessem escapar de lá e não morrerem quando deixassem o presídio. Eles, então, pegaram armas para que isso fosse possível, e iriam refazer tudo novamente, mas teriam obstáculos, tanto que Victor encontra um guarda no caminho... O guarda estava pronto para atirar em mim, caso eu reagisse. Ele iria precionar o botãod e alarme, mas eu me virei e me abaixei, nesse momento ele disparou. Abaixado, peguei minha arma e disparei contra o imbecil. Ambas armas estavam com silenciador, então, ninguém ouviu nosso tiroteio. Rápido, fui até o cadáver e estanquei o sangramento dele, para não deixar rastros. O escondi debaixo da escada alí perto, e olhei para dentro da sala dos alarmes. Haviam três guardas caminhando lá dentro. Pensei: devo ser mais rápido que um inglês... Então, me virei e olhei para a escada em que escondi o guarda. A arma dele era uma 9mm silenciada, mas seria muito útil para eu poder sabotar a comunicação... Fui até o guarda, peguei sua arma, e chequei a munição. Seria o suficiente... Estava pronto para entrar na sala, com as duas armas em meus punhos, então, chutei a porta e entrei atirando. Matei um de primeira, e acidentalmente, acertei o painel dos alarmes. Aquilo ficou faiscando, e distraiu eu e os dois guardas. Logo depois, um deles precionou o botão de alarme, mas não fez efeito algum, já que os alarmes estavam fritos. Enquanto isso, desviei do tiro do outro, e em seguida o matei com minhas Glock. logo depois ter matado ele, o que sobrou atirou em mim, e com a 9mm na outra mão, eu o matei. Eu vi aquele troço faiscando, e pensei que com certeza alguém iria ouvir, então, desconectei os cabos logo, e parti para o meu trabalho... ... Então, olhei para o chão, e disse para mim memso: - já está tudo cheio de sangue, e os Leones irão vir daqui há alguns minutos, então, não vou limpar essa bagunça...-. Então, tornei minha cabeça para o painel da comunicação, abri-o e entrei. Passei a procurar os fios que devia cortar, então, os encontrei e em seguida os cortei. Saí do equipamento e o fechei. Apenas vi na tela: CONECÇÃO NÃO DETECTADA... Fiz uma cara de fodão, e saí da sala. Tranquei tudo muito bem, e em seguida passei a correr pelas escadas até retornar a minha cela... Estava na última escada, quando quatro porcos surgiram em minha frente, apontando suas armas para mim. Um deles disse: - É você! Você faz parte do trio que quer escapar daqui! Eu não sei como pretendem isso, mas, você vai ser executado! -. Eu fiquei assustado, mas peguei minhas duas armas e atirei em um. Os outros começaram a atirar em mim, mas eu pulei para trás, e comecei a descer as escadas, cheguei a um certo ponto e comecei a atirar neles. Acertei a cabeça de um, e com o tiro da outra a perna de outro. Voltei para lá e desviei dos tiros do último, e em seguida, matei-o! Então, respirei. Mas um aidna estava vivo, mas desarmado, no chão e morrendo de dor. - Vai ficar aí, desfrutando de uma morte lenta e dolorosa! -... Peguei seu aparelho de choques e descareguei nele. Então, guardei as armas e o aparelho de choques e retornei a cela. Vi que tinham aberto ela, e que tinham aberto a de Many também. Com certeza, essa era a causa deles terem me cercado... Então, entrei na minha cela. Alguns minutos depois, Many e Frank chegaram. Many disse: M - Hey, olha quem está aí! V - Sim, em voltei intacto, apesar de ter obstáculos. Se sairam bem? M - Sim, muito. Pleo que sei, você fodeu os alarmes também, pois não funcionaram! F - Chega de papo, os Leones virão logo! Após isso, ouviu-se um fuzil M4 disparando lá fora... Anteriormente, em The Cubans... Nosso traficante fez o trabalho como planejado, mas conseguiu um bonus: acidentalmente, ele conseguiu fritar os alarmes do presídio, além de estragar a comunicação. Encontrou guardas em seu caminho, mas não foram problema para a mira de um cubano. Ao se encontrar com Many e Frank, ouve-se uma M4 disparando fora do presídio... Frank, então disse: F - Hum... A cavalaria chegou! V - Hehehe, liberdade, lá vamos nós! Sai de minha cela, e me deparei com Frank, que me disse: - Prepare suas armas. Estaremos em guerra com os porcos, pois não consegui sabotar todas as armas! -. Fiquei surpreso, mas tudo bem, pois ambas minhas amigas estavam bem carregadas! Então, ouviu-se o ruído de um portão abrindo-se, enquanto os tiros continuavam. Logo, uma explosão nos assustou e acordou a todos. Many disse que foi um molotov, tpiíco explosivo barato usado pelos Leones. Então Frank disse: - Corram! A guerra está começando! - Então, viu-se um molotov voando para dentro das janelas. Estava confirmado: a máfia estava aí! O molotov tocou o chão e tudo ficou em chamas. Como estaria programado nos computadores, as celas iriam se abrir em caso de incêndio. Todas as celas se abriram, e os presos começaram a correr desesperadamente. Os tiros de M4 não paravam, e logo ouviam-se Kalashinikovs e Combat Shotguns, provavelmente os Leones. Chegavam guardas de todos os cantos do presídio para ajudar, e apenas observávamos aquilo. Frank disse: - Vamos ficar babando ou vamos ajudar? - Começamos a correr para baixo das escadas. Os borifadores dispararm, devido ao incêndio causado pelos molotovs. As portas par ao pátio se abriram: eram os Leones com Shotguns atirando em tudo. Os guardas não conseguiam conter aquilo, pois a artilharia dos Leones era pesada. Esses começaram a atirar molotovs: eles não queriam apenas libertar Frank e Many, queriam explodir o presídio inteiro! ... Saímos e começamos a atirar nos guardas. Logo, nos separamos e nos juntamos aos mafiosos. Um deles perguntou para mim: -Você é dá máfia ou é o que para estar nos ajudando? -. Respondi a ele: - Sou amigo dos caras que vocês querem libertar! -. Ele se virou e tornou a atirar. Porém, algo aconteceu: parece que a comunicação não foi totalmente destruída, e eles tinham outro radar em funcionamento. Reforços e mais reforços acabavam de chegar ao presídio, deixando a máfia em desvantagem em questão de homens... E de armas também! Os reforços eram do exército, e chegaram com bazookas e granádas, explodindo tudo. Me esquivava das explosões, enquanto alguns presos que tentavam escapar eram fuzilados. Em segundos, o presídio estava em chamas, e, acho eu, as explosões poderiam ser vistas a quilômetros daí. Os Leones já tinaham destruído o presídio, e praticamente todos os presos, menos Frank, Many e eu, estavam mortos: alguns que ficaram foram carbonizados, e os que tentartam fugir foram explodidos ou fuzilados. Nós estávamos em desvantagem, e não sabiamos o que fazer. Aí, surge um Leone dizendo: "chamei reforços, estarão aqui logo!" Então, a notícia se expalhou e nós nos escondemos onde pudemos. Mesmo escondidos, a máfia não abandonava os tiros, e continuava massacrando eles. Vimos os caras com bazookas se movimentando em nossa direção. Mas, logo em seguida, eis que surgem 5 Máfia Sentinels! Anteriormente, em The Cubans... Após sabotarem o presídio, ouvem-se tiros vindos de fora do prédio. Eram os Leones, e eles vieram para destruir o presídio, por completo! Mas descobre-se que havia outra rede de comunicação, e com essa rede, é chamado o exército. Em pouco tempo, o presídio estava em chamas, e tiros, sangue e corpos estavam por todo o lado: uma verdadeira guerra. Ví o cara do meu lado com um Walk Talk, então ouvi: "use a biribinha, use a biribinha!". Então, o Leone ao meu lado pegou uma maleta, a abriu e montou uma arma que parecia um lança mísseis. Abriu um outro compartimento da maleta, onde estavam algumas garafas que pareciam de bebida alcoolica. Pedi para ele: - É um lançador de moltovs? -, e ele me respondeu: - Você não deve ser da máfia... Isso aqui é o que nós usamos para fazer um estrago daqueles! -. Então, ele se virou e pôs a garrafa na arma, então se virou novamente e respiou, se preparando para atirar. Então, vi escrito a caneta no frasco: "NAPALM". Comecei a rir, e todos estranharam. Então, mafioso se virou e viu os soldados se movimentando. Então, disse para o cara ao meu lado: "Atire, agora!". Ele se virou e disparou o Napalm nos caminhões que bloqueavam a entrada. Foi uma grande explosão, e os soldados se assustaram! Então, um dos mafiosos falou no Walk Talk: "VAMOS, AGORA, AGORA, ENTREM!". Se viu mafiosos entrando com bazookas, lançadores de Napalm e M16s. Então, os que estavam comigo passaram a correr e fuzilar os soldados que estavam se aproximando. Era uma guerra incrível, fiquei com extrema vontade de vomitar quando via os corpos cabronizados, escorendo gordura... Eu seria inútil, pois o meu armamento era muito, mas muito inútil comprado ao dos deles. Com toda certeza, os Leones estavam em vantagem, devido aos explosivos terríveis... Então, aparece Frank, dizendo: - Hey, Victor! Olhe aquilo! - Apontou para um interruptor que gerava energia para o presídio. Um míssel de bazooka foi acertado nele, e aquilo foi uma grande explosão... Chegou tremer tudo, tanto que fez o prédio inteiro desabar... Frank, então, disse: - Isso virou guerra, estão usando Napalm... Isso foi usado na guerra do Vietnã! -... Então, ele me deu uma M16 e disse: - Deve nos ajudar, se quiser escapar dessa porra! -. Sem resposta, peguei e parti para cima. Realmente, estava virando em um campo de guerra. Muito, mas muito fogo, corpos, gordura, sangue, tripas carbonizadas, armas abandonadas... Tudo pegando fogo, e apenas viamos tiros. Frank tomou a iniciativa e começou a atirar em tudo que é canto. Viam-se corpos de soldados mortos caindo no fogo. Então, resolvi deixar o nojo de lado e partir para a guerra... Comecei a correr com a bela M16, até chegar perto de um soldado, que estava prestes a atirar num Leone pelas costas. Dei um tiro certeiro em seu pulmão, e ele caiu logo em seguida, mas ainda vivo. O arastei para um montinho que estavam preparando dentro de uma torre que ainda não estava em chamas. Quando o levei lá, um mafioso veio logo em seguida, e lhe disse: Victor - O que pretendem fazer com esse monte de corpos? Capanga - Vamos soltar um Napalm aqui dentro, e todos vão ser carbonizados! V - Vocês são cruéis! C - Órdens do chefe! O "Sir" nos disse para sermos cruéis com nossos inimigos. O capanga saiu logo em seguida, mas o soldado que arrastei até lá estava vivo, e me disse, com um tom de vóz fraco: - Por favor, não faça isso comigo! Eu tenho um filho... - Então, o disse: - Perdão, órdens do chefe! -. Me senti cruel, muito cruel, mas incrívelmente, não senti culpa alguma. Saí de lá e tornei a matar os soldados que ainda sobraram. Ao fim, todos estavam mortos, e toda a área do presídio estava ou em chamas, ou no chão... Em chamas também... Então, um deles disse: - Logo, joguem logo a porra do Napalm naquela torre. Vamos plantar C4s por toda a área, e explodir o que sobrou, para impedir que essa porra continue queimando. -. Sobraram ao total, 7 capangas, além de Frank, Many e eu. 6 capangas começaram a correr para plantar as bombas, e sobramos Frank, Many, eu e aquele capanga que eu havia encontrado na torre. Então, o mafioso me deu o lançador de Napalm, e me disse: - Anda, explode! Prove que tem sangue frio, prove que pdoe ser da máfia! -... Peguei, mirei, e atirei o Napalm. Aquilo explodiu belamente, e apenas viu-se os corpos sendo carbonizados, além da torre desabando... Então, os mafiosos gritaram: - ANDEM, SAIAM DAQUI E ENTREI NOS MAFIA SENTINELS! ISSO VAI EXPLODIR EM 30 SEGUNDOS! -. Nós começamos a correr para fora do presídio, chegamos e entramos nos Mafia Sentinels, e então, Many fez a contagem regressiva, e em dez segundos, o presídio foi para os ares! Parti daí como um Leone, em busca de minha nova vida nos EUA! FINAL 1ª TEMPORADA! *Série feita por Leone |
|  | | Ive Admin

Mensagens: 6 Data de inscrição: 30/08/2008
 | Assunto: Re: The Cubans - FULL Sab Ago 30, 2008 3:21 pm | |
| Clap Clap Clap Muito bom! |
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